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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Roberto Carlos cantará música polêmica no show em Jerusalém


A política do Oriente Médio é um detalhe tão pequeno para Roberto Carlos que ele bateu o martelo. Decidiu que vai mesmo cantar, em hebraico, a música israelense Jerusalém de Ouro no megashow que fará nesta quarta-feira, para 5 mil pessoas, a custo de R$ 30 milhões, no anfiteatro Piscina do Sultão, em Jerusalém. A escolha da canção, uma espécie de hino à conquista israelense da parte oriental da cidade, em 1967, foi considerada polêmica por diplomatas brasileiros, mas — numa mistura de desapego político e ingenuidade de peregrino devoto — Roberto só considerou removê-la da apresentação caso não conseguisse decorar a letra a tempo. Nos seis dias que passou na Terra Santa, o cantor manteve a aura enigmática ao se esquivar de perguntas mais complicadas.
Quebrando um jejum de duas décadas, Roberto gravou cenas externas para o especial dirigido por Jayme Monjardim que será exibido pela TV Globo no próximo sábado e transformado em DVD. Enfrentando o calor de 40 graus do verão israelense, ele posou em alguns dos principais pontos de peregrinação cristã no Oriente Médio, como a Igreja do Santo Sepulcro, a Via Dolorosa, o Muro das Lamentações e o Jardim do Getsêmani, no Monte das Oliveiras.
A produção não deixou de oferecer comodidade ao artista, de 70 anos. A todos os lugares ele chegou de carro e levou seu trailer com ar-condicionado e banheiros químicos refrigerados. Após uma agenda intensa (que incluiu um encontro com o presidente israelense Shimon Peres), Roberto preferiu passar a terça-feira no hotel, descansando e poupando a voz para o ensaio da noite e para o lançamento do livro Rei pela editora Toriba, um catatau de 500 fotos, com tiragem de 3 mil exemplares, vendido por R$ 6,5 mil.
Tudo no show desta quarta é inédito. E grandioso. O cenário reproduz pontos sagrados da cidade como o Muro das Lamentações, a mesquita Domo da Rocha e a Basílica do Santo Sepulcro. As imagens são captadas por 14 câmeras e em tecnologia 3D sob coordenação do diretor de fotografia Affonso Beato. A equipe inclui mais de 300 pessoas, entre elas o iluminador britânico Patrick Woodroffe, responsável por shows dos Rolling Stones e Pink Floyd. No palco, de 400 metros quadrados e 20 metros de altura, Roberto será acompanhado por 25 músicos regidos pelo maestro Eduardo Lages, além de dois corais, um deles de 30 crianças. A apresentação será de Glória Maria.
"A intenção é que os espectadores sintam-se imersos nas ruas de Jerusalém", diz Jayme Monjardim, que volta ao Brasil nesta quinta-feira para finalizar o especial, enquanto Roberto e o produtor musical Guto Graça Mello ficam em Jerusalém trabalhando nas músicas num estúdio improvisado no hotel (o Rei só volta ao Rio no sábado).
"Agora é que os israelenses estão percebendo a grandiosidade do evento", acredita o brasileiro Jaime Barzellai, da equipe do produtor israelense Shuki Weiss.

A verdade é que o Roberto Carlos conhecido em Israel é o jogador de futebol. Talvez por não saber da importância do artista o governo israelense tenha hesitado em ajudar financeiramente a produção do show.

"Não há um shekel (moeda local) do governo de Israel na produção, apesar de toda a propaganda que o cantor está fazendo dos lugares sagrados de Jerusalém", reclama Léa Penteado, diretora da DC Set Promoções, que produz o show.

Por Daniela Kresch, especial para a agência O Olobo Acesse: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110907142436&assunto=169&onde=Viver

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